O sinal decisivo: o hash HPID
O mais importante de todos. Cada campanha tem um hash secreto (o HPID). O link do seu anúncio precisa carregar esse hash (?hpid=...). Quando um clique real chega com o hash, o HidePages entrega um “selo” (um cookie assinado) para aquele visitante — e é isso que o marca como tráfego legítimo do anúncio.
Guia completo do HPID
Onde encontrar o hash e como colá-lo corretamente no link do anúncio.
Sinais automáticos (já vêm prontos)
Esses filtros funcionam sozinhos — você não configura nada. Eles existem para barrar o que claramente não é um comprador:Bots e automação
Bots e automação
Robôs, crawlers e navegadores automatizados são reconhecidos automaticamente e enviados para a White — cobrindo tanto buscadores e ferramentas de scraping quanto automação de navegador.
Inteligência de IP: VPN, proxy e datacenter
Inteligência de IP: VPN, proxy e datacenter
IPs de datacenter (servidores de nuvem) e de VPNs/proxies não costumam ser de compradores comuns. Esse é o sinal por trás da regra “Block Suspicious Connections” (veja abaixo), que você ativa na campanha.
Ferramentas de verificação de anúncios
Ferramentas de verificação de anúncios
As redes e empresas terceiras usam ferramentas para auditar campanhas. Esses acessos automatizados são reconhecidos e enviados para a White.
Regiões e redes de revisão
Regiões e redes de revisão
Acessos vindos de redes e regiões tipicamente associadas a times de revisão são tratados como suspeitos e vão para a White.
Filtros específicos por fonte de tráfego
Filtros específicos por fonte de tráfego
Cada rede de anúncios tem seus próprios padrões de revisão e preview. Quando você declara a fonte de tráfego na campanha, o HidePages aplica automaticamente os filtros daquela rede para separar clique real de acesso de auditoria. Você não configura nada — só precisa escolher a fonte certa.
As suas regras (você configura na campanha)
Aqui é onde você tem controle. Na criação/edição da campanha você define:| Regra | O que faz |
|---|---|
| Países | Permitir apenas os países selecionados, ou bloquear os selecionados. Quem estiver fora da regra vai para a White. |
| Idiomas | Mesma lógica de permitir/bloquear, baseada no idioma do navegador. |
| Dispositivo | Mobile e/ou Desktop. Quem não estiver no dispositivo permitido vai para a White. |
| Block Suspicious Connections | Manda VPNs, proxies e datacenters para a Gray (ou White). Recomendado ligar — e obrigatório para Google, YouTube, TikTok, Taboola, Outbrain e NewsBreak. |
| Fonte de tráfego | O HidePages verifica se o visitante realmente veio da rede que você declarou. Se não bater, o acesso é tratado como suspeito (Gray). |
Regras e exigências por fonte de tráfego
Veja quais regras são obrigatórias para cada rede de anúncios.
O resultado da decisão
Passou em tudo → Black Page
Tem o selo do HPID, não é bot, IP limpo, bate com a fonte e com as suas regras de país/idioma/dispositivo. Este é o seu comprador — ele vê a oferta.
Falhou em algo crítico → White Page
Sem hash, é bot, é verificador, região de moderação, ou fora das suas regras. Vê a página segura.
Você acompanha tudo nos logs
Cada acesso vira uma linha nos Logs de Acesso do painel, com o motivo da decisão — por exemplo:Bot, Automation, Suspicious headers, Missing param (chegou sem o hash), Country, Language, Device, Suspicious, Ad verification ou Approved (foi para a Black). Isso deixa você ajustar as regras com base em dados reais, em vez de operar no escuro.
E os navegadores “SamsungBrowser” e “Android 10”? Hoje o Chrome no Android reduz o próprio User-Agent por privacidade (vira algo como
Android 10; K), e o Samsung Internet é um navegador mainstream — ou seja, são compradores reais. Fique tranquilo: esses visitantes são tratados como usuários reais, não como bots. Se você já viu recomendações antigas de “bloquear” esses navegadores, ignore — bloqueá-los mataria conversão.